Universitários em ação na Mata Escura
quinta-feira, 5 de junho de 2008
terça-feira, 3 de junho de 2008
TROTE DA CIDADANIA 2008
Em 1999 a Fundação Educar DPaschoal lançou o projeto Trote da Cidadania, que tem como lema “No lugar de violência, consciência. Em vez de humilhação, mobilização”. O projeto consiste em oferecer ferramentas e know-how para que os jovens possam planejar o trote com ações solidárias. A Fundação disponibiliza uma cartilha com exemplos práticos e o passo a passo para a criação dos projetos, com ou sem o apoio das universidades. Além da cartilha há material de divulgação como cartazes, folhetos, etc.
Em 2007, 150 faculdades de sete estados do Brasil foram envolvidas em projetos com objetivos variados, como: distribuição de livros infantis, doação de sangue, limpeza de praias e projetos que buscam a melhoria da educação ou incentivam o consumo consciente.
No final do ano a Fundação Educar DPaschoal premiou os três melhores projetos em um evento chamado Prêmio Trote da Cidadania. “Este ano esperamos ampliar a abrangência das ações nacionalmente. Seja pela conscientização, seja motivado pela premiação. Temos recebido mais pessoas interessadas no Trote da Cidadania e de vários estados brasileiros”, diz Cibele Salvaterra, coordenadora de comunicação da Fundação.
O Trote da Cidadania 2008, patrocinado pelo Grupo DPaschoal, conta com o apoio das STB/ISIC, SESC Pompéia, UNIETHOS, Faça Parte, Centro de Voluntariado de SP, Todos Pela Educação, Brasil Junior, AIESEC, Junior Achievement e ANDI - Informação.
Sobre a Fundação Educar DPaschoal
A Fundação Educar DPaschoal – braço social do Grupo DPaschoal – foi criada há 18 anos para estimular as pessoas a adotarem a educação para a cidadania como estratégia de transformação social. A Fundação investe em programas de estímulo à leitura, como o Projeto Educar para Ler, que já distribuiu 30 milhões de livros, a Academia Educar, que apóia projetos de melhoria em 23 escolas públicas de Campinas (SP), e o Trote da Cidadania, que fornece para universitários, ferramentas de planejamento e aplicação de atividades solidárias no início das aulas e premia os melhores do ano.
Mais informações sobre a Fundação Educar DPaschoal e seus projetos através do portal www.educardpaschoal.org.br
quarta-feira, 28 de maio de 2008
Fórum Sobre Violência e Coerção na Contemporaneidade.
9 de junho de 2008 das 8:00 às 17:00
Local auditório 01 do Prédio de Aulas 8 Alameda das Espatódias, 915, Caminho das Árvores, Salvador - Bahia.
Neste evento contaremos com a participação de profissionais das áreas de Psicologia, Medicina e Segurança Pública.
As inscrições são limitadas e acontecerão entre os dias 2 e 6 de junho de 2008 no PA8, para alunos da UNIFACS.
Estudante e interessados de outras instituições poderão inscrever-se pelo e-mail cofepsi@hotmail.com.
Vejam no link ao lados assuntos sobre o tema.
Realização:
Alunos de Psicologia da UNIFACS
Apoio
Coordenação Estudantil da UNIFACS
Diretório Acadêmico de psicologia da UNIFACS
terça-feira, 20 de maio de 2008
O preconceito racial na escola
Amigos (as),
Bom dia!
Encontrei esse texto na rede.
Uma amiga, que trabalha em escola particular, contou-me um fato que considerei importante. O filho, de seis anos e que cursa o primeiro ano do ensino fundamental, disse a ela que não queria mais ser negro. Quando a mãe perguntou o motivo, ele imediatamente respondeu que, sendo o único aluno negro na escola, era diferente de todos os outros e isso o incomodava.
Basta um olhar para constatar que as escolas particulares recebem poucos alunos negros. Mas, a questão vai além: parece-me que poucas tratam com cuidado as questões do preconceito racial, ainda presente em pleno século XXI. Algumas escolas particulares não têm um único aluno negro, mas isso não é motivo para não tratar da questão, não é verdade? Afinal, esse é um tema de nossa sociedade e não é compreensível que a educação para a cidadania não contemple esse item nos trabalhos escolares.
Sugeri a essa amiga a leitura, para o filho, de um conto de Mario de Andrade chamado “Será o Benedito”, lançado recentemente pela editora Cosac Naif. Os livros dessa editora são muito bem cuidados e esse, em especial, apresenta ilustrações muito interessantes. De forma bem resumida, o conto apresenta a relação de estreita camaradagem entre duas pessoas muito diferentes: um homem branco da cidade e um garoto negro do campo.
Ela leu para o filho e as conversas que a história rendeu entre ambos foram muito boas. Ela teve a idéia, então, de sugerir a leitura para alguns professores da escola. Assim, sem grandes pretensões, pelo menos alguns deles irão criar para seus alunos a oportunidade de trabalhar, por meio do conhecimento, o preconceito racial.
Crianças usam com freqüência características da aparência dos colegas para humilhar e ofender. Desse modo, palavras como “baleia”, “cabeça de fogo”, “zarolho”, entre outras, são usadas como xingamento. A criança ainda não tem consciência das conseqüências que essa atitude pode provocar.
Isso exige da parte dos professores um trabalho cuidadoso de formação dos alunos, inclusive moral. A escola que seu filho freqüenta trabalha o tema do preconceito racial? De que maneiras? Quais as estratégias utilizadas? O tema é abordado transversalmente? O conhecimento de que dispomos a respeito é valorizado e trabalhado com os alunos?Essas são perguntas bem pertinentes que os pais podem fazer às escolas. Afinal, se queremos um mundo menos violento e intolerante, precisamos ensinar aos mais novos o respeito às diferenças e a defesa intransigente da justiça.
Semana passada, os jornais trouxeram muitas notícias a respeito da situação dos negros do Brasil na atualidade por conta da data comemorativa de 13 de maio. Será que as escolas fizeram o mesmo? Pergunte ao seu filho se alguma atividade importante relacionada ao fato foi proposta e estabeleça com ele um diálogo a respeito; fatos do cotidiano sempre permitem isso.
O filho dessa amiga, por exemplo, observou que a maioria dos adultos e crianças que ficam nas esquinas pedindo esmola é negra e pediu explicações sobre sua observação. Se ouvirmos bem o que as crianças dizem, percebemos que elas pedem recursos para ler e interpretar melhor o mundo. Será que atendemos a esse pedido?
Este texto é de Rosely Sayão e está disponivel em
sexta-feira, 16 de maio de 2008
Entre nessa luta
O QUE É DENGUE ?
Dengue é uma doença causada por um vírus, o vírus do dengue, transmitida de uma pessoa doente para uma pessoa sadia por meio de um mosquito, o Aedes aegypti. A doença pode se manifestar de duas formas:
DENGUE CLÁSSICO
Dengue se inicia de maneira súbita com febre alta, dor de cabeça, dor atrás dos olhos, dores nas costas. Às vezes aparecem exantemas (manchas vermelhas no corpo). A febre dura cerca de cinco dias com melhora progressiva dos sintomas em 10 dias. Em alguns poucos pacientes podem ocorrer hemorragias discretas na boca, na urina ou no nariz. Raramente há complicações.
DENGUE HEMORRÁGICO
Dengue hemorrágico é uma forma grave de dengue, quando se tem a doença uma segunda vez. No início os sintomas são iguais ao dengue clássico, mas após o 5º dia da doença alguns pacientes começam a apresentar sangramento e choque. Os sangramentos ocorrem em vários órgãos. Alguns doentes apresentam choque circulatório. Este tipo de dengue pode levar a pessoa à morte. Dengue hemorrágico necessita sempre de avaliação médica de modo que uma unidade de saúde deve sempre ser procurada pelo paciente. O médico irá avaliar a condição do doente e indicar o tratamento correto
TRATAMENTO
Não existe tratamento específico para dengue, apenas tratamentos que aliviam os sintomas. Mas cuidado: não devem ser usados remédios a base de ácido acetil salicílico, como por exemplo a aspirina e o AAS. Nos casos de dengue hemorrágico o tratamento realizado é de suporte, no sentido de evitar o choque. Não existem vacinas contra a dengue de tal forma que a prevenção é a única arma contra a doença. Toda pessoa que apresentar sintomas da doença deve procurar um posto de saúde para obter orientação médica. A SOLUÇÃO É A PREVENÇÃO.
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